terça-feira, 24 de abril de 2012

Vinte e Poucos Anos (XXVII) - A 1ª Ida 1/3 [Diálogo]

[Diálogo]
PESSOA...

Sexta a feira à noite você correu, hein?
Algumas pessoas perguntaram: - “E aí... Vamo tomar uma?”, obstinado pelo dia seguinte você simplesmente disse não. Deu o maior orgulho ver você voltando pra casa voando. Pronto pra dormir se possível (já que fazia uma semana que você não dormia [tudo bem... três horas em uma semana pode ser considerado dormir em algum país, mas aqui no Brasil não!]).

Pena que a ansiedade foi fodástica. Maior que você! Até algumas horas da manhã, né? Eu vi. Mas você conseguiu dar umas boas três horas (a mais) de sono pro seu corpo.
Acordou de um pulo. O celular ainda nem havia despertado. Engraçado ouvir você dizer “milagre!” de si mesmo! Aliás, gosto disso em você. Dessa sua capacidade de reconhecer seus defeitos e qualidades e lidar bem com eles/elas. Te humaniza muito e você precisa disso como ninguém.
Mais irônico ainda foi ver você organizando suas coisas. 

domingo, 29 de janeiro de 2012

Vinte e Poucos Anos (XXV)


Apenas um CARA...

Já falei isso diversas vezes. Na intensa procura de me fazer feliz nesse pandemonium. Falando sobre felicidade: não existe isso de felicidade constante. Não que não a almejemos – a gente quer. Mas essa coisa (entre tantas outras) pra ser boa tem que haver luta e suor pra ter ela no fim de tudo. Como se a merecêssemos... Senão o resultado é sem sal.


domingo, 22 de janeiro de 2012

O Cenário Em Que Vivo


A arte da INCOMPREENSÃO...

É difícil hoje em dia se fazer entender. As coisas acontecem de maneira muita veloz e as pessoas tendem a nem se ouvir direito. Sabe aquela agonia de ao estar lendo um livro – ou qualquer coisa do tipo – e de repente da uma vontade arretada de pular algumas linhas e chegar logo à conclusão? Então...!

Hoje em dia isso é feito com tudo. Livros, filmes, jornais, seriados, revistas e principalmente no diálogo. O pior de tudo é ler/assistir/ouvir apenas um pedacinho do que se procura conhecimento e ter uma conclusão pré-formada sobre o assunto em questão. É o chamado jarro cheio. Não entra mais nada ali; já está cheio até a boca. 
Tudo que se tenta por a mais, transborda. Nada (ou quase nada) é absorvido.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Vinte e Poucos Anos (XXIV)

Johnny Be Good NO MORE...         Johnny Be Good No More (2012).mp3



O melhor é como surgem. Depois de uma decepção fodástica desilusão amorosa, com o recheio de raiva e dor insatisfação... Seja nos 12 de Agostos, nos Johnny Be Good No Mores, nos Quero Você Pra Mims, nos Verso Contam Mais Histórias, os Depois Que Amanheceus... Seja em tantas outras... É quando o coração aperta de modo "Agora Aguenta Coração" ao som de José Augusto que saem as composições mais inspiradas das nossas vidas.


Uma cançãozinha sem vergonha com um inglênszinho brasileirês fajuto aprendido em joguinhos de Playstation... Assim que eu poderia definir essa música.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Vinte e Poucos Anos (XXIII)


Outcomer – Intruder: “INTRUSO”...


(...) Alguém sabe o significado dessa palavra? A língua inglesa tem umas regras legais pra algumas palavras... Ou seja, “out” significa fora e “comer” é aquele (a) que vem.
Aquele que vem de fora. Estrangeiro. Intruso.

sábado, 9 de julho de 2011

Vinte e Poucos Anos (XVIII)

IndenTIDADE...




Já chegou ao limite de quase romper com a realidade e escolher ficar?
De você realmente não saber do porquê estar aqui nesse mundinho tão absurdo?


Antes da precipitação há a racionalidade. Quando começamos a tentar entender o porquê dos “pra quês” e chegamos às benditas pergunta: “Quem somos, na verdade, além do nosso nome?” e “Qual a nossa importância nessa máquina maluca chamada mundo”.


Quem já passou pela puberdade já se fez essas perguntas no mínimo uma vez.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Vinte e Poucos Anos (XVII) - [Birthday's Post {About 05/06}²]

O Lado B DO DIA CINCO DE JUNHO...


 “I know someday you'll have a beautiful life, I know you'll be a star
In somebody else's sky, but why, why, why
Can't it be, can't it be mine…” 




P
or que teve crepúsculo no meu dia? Por que não continuou na manhã e sol da tarde que me satisfazia?



Meu dia... Aquele que não foi inventado para saciar o consumo compulsivo incitado pelo comércio. O que nasceu para homenagear o belo dia 05 do apogeu do inverno do ano de 1985 – dia no qual eu aportei no mundo. O que era realmente meu. O dia em que lembrava o meu primeiro sopro de vida – em que encarava o médico que me deu duas ou três palmadas para que entrasse ar em meus pulmões com o choro e apenas o encarei com cara de mau. O dia em que me tornei mais um Adão – procurando minha Eva e enfrentando todas as serpentes do caminho. O dia em que o mês de Junho se tornaria especial para sempre.

sábado, 2 de julho de 2011

Vinte e Poucos Anos (XVI) - [Birthday's Post {About 05/06}¹]

 Metade de 10, METADE DE 12.


[:):
Há sempre um meio”, “Meio cheio/vazio”, “Meio termo”, “Acima/Abaixo da média”, “Cara-metade”, “Os fins justificam os meios...




Quem nunca ouviu tais termos? 
Mesmo que não com sentido de dividir... 
Mas como função de canal?




Ser meio de algo... É ser uma ferramenta, é ter um desígnio específico de colaborador.


Você é metade - você serve.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Vinte e Poucos Anos (XIII)

Um DIA DE SILÊNCIO...


Acontece à força... 
A voz me foge.
Depois de um estupor enraivecido ela se vai... 
Aos poucos.
Deixando-me de leve... 
De um modo que eu nem perceba bem.
Às vezes ainda dando som às minhas músicas... 
Às minhas poesias.


Tornando-se etérea... Efêmera.



quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Provas Contundentes...

Ela É DO MAL...

Cuidado, a cena que você vai ver logo abaixo é de tirar o fôlego!
Se você tiver estômago fraco, nem tente...
Tens coragem? 
Ok... Então clique na postagem e veja a imagem!